Livro - DASHBOARDS Comunicar eficazmente a informação de gestão

“Este livro antecipa e prepara um futuro próximo, em que os conceitos de Dashboard e de visualização da informação quantitativa deixarão de causar surpresa e interrogação, representando algo de natural, útil e necessário a um mercado eficiente, a uma sociedade participativa e a uma democracia madura. O futuro é um problema de design e os Dashboards são os nossos painéis de controlo para uma viagem com sentido.”

Diogo Vasconcelos
Distinguished Fellow / Cisco Systems International(London)


Fonte: Almedina

Quarta-feira, 10 de Março de 2010

Quais as causas das falha nas relações causa-efeito?

Porque é que objectivos com performances medíocres contribuem para que um objectivo tenha uma boa performance? Porque é que objectivos com boa performance contribuem para que um objectivo tenha uma performance medíocre?

As causas destas situações podem ter origem em:

i) Objectivos com fraca relação causa-efeito - não existe correlação entre os objectivos. A existir, essa correlação é praticamente nula; são os denominados objectivos independentes.

ii) Indicadores desajustados dos objectivos - os indicadores que medem a performance dos objectivos não são os melhores para aferir o grau de concretização dos objectivos.

iii) Metas muito ambiciosas/pouco ambiciosas - As metas são demasiado ambiciosas (impossíveis de alcançar) - ou pouco ambiciosas (facilmente alcançáveis).

iv) Desfasamento temporal de resultados nos indicadores - existe um gap temporal no processo de concretização dos objectivos, isto é, a frequência de acompanhamento estratégico não coincide com a concretização dos objectivos.

1 comentários:

  1. A dificuldade de desdobramento dos objectivos estratégicos (muitas vezes impostos politicamente) em objectivos operacionais (por serem alheios aos propósitos das unidades orgânicas) faz com que a sua concretização seja artificial e dela se retire pouco valor para o desempenho institucional.
    É a prova de como a utilização de uma boa ferramenta pode tornar-se num exercício inútil, por não ser comparável a margem de decisão de um conselho de administração ou mesmo da gerência de uma empresa com a direcção superior de uma organismo público.
    (Pedro Duarte, FORGEP, Algés Fev/Maio 2010)

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