Livro - 100 Indicadores da Gestão

“Com este livro, o Jorge Caldeira deu um contributo valioso e necessário no campo da monitorização do desempenho dos dashboards e scorecards, bem como no domínio mais alargado da gestão da performance empresarial. O livro do Jorge Caldeira deve ser lido por gestores que ambicionam alinhar as suas organizações com a execução da estratégia corporativa e pelas chefias operacionais que procuram aumentar a produtividade e o desempenho”

Gary Cokins, Fundador, Analytics-Based Performance Management LLC

Fonte: Almedina

domingo, 2 de maio de 2010

A novidade dos Tweetboards

Imagine um Dashboard sem gráficos, com apenas 8 a 10 linhas de texto e menos de 200 caracteres. Isto é um Tweetboard. Na prática, um Tweetboard não é mais do que um texto que verbaliza as principais conclusões de análise de um Dashboard.

Exemplo de um Tweetboard de uma Empresa comercial




Os entusiastas do Tweetboard afirmam que, hoje em dia, os Dashboards têm demasiada informação, pelo que se perdeu uma das suas principais linhas caracterizadoras, que consistia em conseguir entregar um ponto de situação sobre a performance quase instantaneamente. Neste contexto, o uso do Tweetboard é fundamentado pela sua capacidade de garantir que o foco do utilizador se centre exclusivamente nas conclusões da leitura imediata de linhas de texto, pelo que pode prontamente começar a equacionar as suas decisões. Em conclusão, os defensores do Tweetboard afirmam que os Dashboards deixam que seja o destinatário a interpretar as conclusões dos números, enquanto o Tweetboard elimina este passo, já que ele é a conclusão da narrativa da performance.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Gráficos Sparklines


Sparklines: Intense, Simple, Word-Sized Graphics” 
Edward Tufte



Os gráficos Sparklines foram introduzidos por Edward Tufte,, autor do livro - The Visual Display of Quantitative Information - onde apresenta aspectos surpreendentes no design de informação gráfica.

As Sparklines são na prática gráficos de linhas (quase sempre), simples, condensadas, praticamente da dimensão das palavras, que apresentam a evolução temporal de uma determinada métrica. Neste modelo de gráfico, retira-se um conjunto de informação redundante (por exemplo: eixos, escalas, gridlines linhas limite e legenda) e consegue-se obter um efeito surpreendentemente eficaz. A simples evolução da linha é suficiente para que se perceba a forma como um determinado indicador tem evoluído ao longo de um intervalo de tempo.

Download dos gráficos Sparklines

domingo, 4 de abril de 2010

Dashboard - Performance de acções

Exemplo de um Dashboard para monitorização de títulos de bolsa.


Courtesy of Panopticon - Dashboard com Horizon Graphs - http://www.panopticon.com/

Monitorização da Performance Organizacional

Construir um modelo interno de suporte à monitorização estratégica e operacional, orientado para a prestação de contas aos Stakeholders.



Na elaboração deste livro, esteve sempre presente um conjunto de preocupações que tinha por objectivo garantir a transmissão efectiva de uma experiência real, alcançada durante os últimos sete anos, na definição, implementação e gestão de modelos de monitorização da performance organizacional. Pretende-se assim apresentar um livro de carácter estritamente prático, contemporâneo quanto aos desafios actuais, funcional na esfera pública e privada, de leitura rápida, capaz de responder de forma objectiva às principais questões dos gestores das organizações e respectivos responsáveis pela condução dos processos de monitorização da performance organizacional.

As questões são muitas:

- Como convencer a organização a monitorizar a performance?
- Qual o modelo de monitorização a utilizar?
- Como garantir uma monitorização adequada, autónoma, flexível e simples?
- Quais os aspectos chave da implementação do modelo de monitorização?
- Quais os principais erros cometidos na implementação da monitorização?
- Quem deve estar envolvido na definição e gestão do processo de monitorização?
- Quais as funções do responsável pela monitorização?
- Como definir bons objectivos organizacionais?
- Quais os indicadores mais eficazes?
- Como utilizar indicadores avançados e perspectivar o futuro?
- Como negociar metas ambiciosas e sustentáveis?
- Pode-se monitorar a actividade sem estabelecer metas?
- Qual a frequência com que se deve acompanhar a performance?
- Como registar e recolher a informação referente aos resultados?
- Como credibilizar as fontes de informação?
- Como configurar um report de monitorização?
- Qual a estrutura das reuniões para discussão da performance?
- Quem participa e quais os papéis nas reuniões de acompanhamento?
- Quais os requisitos essenciais de um sistema de informação de apoio à monitorização?
- Como construir um manual de procedimentos para regular a monitorização?
- Quais os aspectos críticos na construção de um dashboard?
- Quais os gráficos mais eficazes para comunicar os drivers da organização?
- Qual o layout mais eficiente na configuração de um dashboard?
- Etc…

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Gráfico Bubble map

O Bubble map apresenta um conjunto de dados numéricos através de círculos. Pode ser especialmente útil quando se trabalha com muita informação que pode ser analisada sob diferentes perspectivas. É relativamente similar ao gráfico Treemap. A dimensão do círculo representa um determinado valor pelo qual se pretende destacar o dado em si. A posição dos círculos não significa nada em especial, já que o seu posicionamento é feito exclusivamente para minimizar os espaços mortos entre eles. No exemplo em baixo, apresenta-se o nível do PIB por país em biliões de USD. As cores são utilizadas para explicar o índice dos indicadores de desenvolvimento humano.

Courtesy of Many Eyes- Bubble map -http://www.manyeyes.alphaworks.ibm.com/

Gráfico Treemap

Na sua forma mais básica, o gráfico Treemap é uma série de rectângulos apresentados num espaço fechado, em que a dimensão dos rectângulos individuais representa uma variável (exemplo: volume de vendas, unidades, etc.). Complementarmente, pode ser adicionada cor aos rectângulos, de modo a introduzir uma nova dimensão de análise, por exemplo: crescimento positivo ou negativo da primeira variável.

A cor pode ser apresentada numa palete, de modo a identificar várias dimensões na segunda variável. No exemplo em baixo, apresenta-se os lucros das 200 maiores empresas do mundo identificadas pela Forbes. As cores e os tons identificam a variação dos seus lucros relativamente ao ano anterior.

Courtesy of Fabrice Rimlinger- Treemap Forbes global 2009, top 200 world´s biggest companies - www.sparklines-excel.blogspot.com

terça-feira, 30 de março de 2010

Gráfico Treemap - Companhias de aviação dos EUA

Neste exemplo, caracteriza-se os atrasos nos voos aéreos das companhias de aviação dos Estados Unidos da América. A dimensão do rectângulo explica o número de voos por companhia aérea. A cor é utilizada para apresentar o nível de atraso nos voos. Os tons mais escuros identificam um maior nível de atraso. O gráfico suporta-se nas bases de dados do Ministério dos Transportes dos Estados Unidos da América, neste caso concreto, trabalha com 72 gigabytes de informação. No endereço mencionado em baixo é possível interagir com a informação do gráfico, nomeadamente, ver individualmente cada um dos rectângulos (aeroportos) e as suas informações específicas (por exemplo: nome do aeroporto, nº de voos, % de voos com atraso, tempo médio global de atraso e tempos médios de atrasos das principais causas).

Courtesy of Juice Analytics - Treemap Airport delay map - http://www.juiceanalytics.com/demos/airline/

quarta-feira, 24 de março de 2010

Dashboard - Horizon graphs

Excelente para visualizar muitas variáveis em séries temporais. O exemplo em baixo apresenta no intervalo de 1 ano, a variação diária do preço de 30 títulos de empresas cotadas em bolsa. Rapidamente identificam-se os padrões evolutivos da performance de cada uma das acções.



Mais tarde iremos falar detalhadamente deste tipo de gráficos.

Autor: http://www.panopticon.com/

Dashboard - Chicago Fed National Activity Index

Através da combinação de 85 indicadores económicos, constitui-se um índice que procura apresentar o "batimento cardíaco" da economia. Este índice é calculado mensalmente. Um valor abaixo -0,7 indica um período de recessão e acima de 0,7 indica o ínicio de um crescimento considerável na inflação.


Autor: Ross Perez published on Tableau

Dashboard - Com que rapidez crescem a empresas tecnológicas?

Através deste "Dashboard", o Wall Street Journal compara visualmente a performance das 100 maiores empresas tecnológicas nas últimas 3 décadas.


Autor - Christian Chabot published on Wall Street Journal

sábado, 20 de março de 2010

Dashboard - Museu de Arte de Indianápolis nos EUA

Exemplo de um Dashboard - Courtesy Museu de Arte de Indianápolis nos EUA


Cada vez mais as organizações começam a comunicar os seus principais números. É claramente uma das formas mais eficazes de passar uma mensagem que permite caracterizar a organização, apresentar o seu trabalho e eventualmente apresentar ainda o seu impacto.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Dashboard - Vendas

Exemplo de um Dashboard - Courtesy of Stephen Few


Valores institucionais - Como construir os valores?

Roadmap para a construção dos Valores:

i) Identificação de 8 a 12 Valores que possam ser considerados importantes para a organização, nunca esquecendo a Missão, Visão, Linhas de orientação estratégica e objectivos estratégicos.

ii) Com a participação das chefias da organização, proceder à eliminação dos Valores menos importantes até se chegar a uma short list de apenas 4. Nesta fase, procura-se apenas ficar com os mais importantes. Era excelente que os colaboradores pudessem assumir todos os valores, no entanto, a prática diz-nos que demasiados têm exactamente o mesmo efeito que nenhuns.

iii) Analisar os 4 Valores e colocá-los por ordem decrescente de importância ou urgência. Quais são os de implementação mais urgente? Quais são aqueles que queremos que a organização percepcione como os mais importantes?

iv) Para cada Valor, construir um texto de 3 a 4 linhas que explique aos colaboradores da organização a importância do Valor para o cumprimento da missão da organização.

v) Através de uma análise subjectiva envolvendo as chefias da organização, deve tentar-se avaliar, numa escala de 0 a 100%, o nível actual de inserção de cada Valor nos comportamentos dos colaboradores. Deste processo, deverá sair o estado da arte dos Valores institucionais.

vi) Para cada Valor, em função do seu nível de implantação, deve identificar-se quais as iniciativas que devem ser conduzidas na organização para que se possa introduzir ou consolidar os Valores. Em função dos Valores que se pretendem criar ou reforçar, estas iniciativas podem constituir-se em: reuniões internas para consolidar comportamentos, acções de formação, estabelecimento formal de normas e procedimentos, utilização da intranet para disseminação de informação relevante e práticas a adoptar, etc.

vii) Dentro de uma cultura de gestão por objectivos, é importante acompanhar no curto prazo (mensal ou trimestral) o nível de implantação dos Valores na organização. Esta é também uma das iniciativas que consolida a implantação dos Valores numa organização.

Dashboard - Análise técnica

Exemplo de um Dashboard - Dashboard images, courtesy of SiSense


quinta-feira, 11 de março de 2010

Dashboard - Airlines

Exemplo de um Dashboard - Courtesy of Andreas Flockermann of BonaVista Systems