Livro - DASHBOARDS Comunicar eficazmente a informação de gestão

“Este livro antecipa e prepara um futuro próximo, em que os conceitos de Dashboard e de visualização da informação quantitativa deixarão de causar surpresa e interrogação, representando algo de natural, útil e necessário a um mercado eficiente, a uma sociedade participativa e a uma democracia madura. O futuro é um problema de design e os Dashboards são os nossos painéis de controlo para uma viagem com sentido.”

Diogo Vasconcelos
Distinguished Fellow / Cisco Systems International(London)


Fonte: Almedina

Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

CURSO: DASHBOARDS-VISUALIZAÇÃO DA PERFORMANCE (E-LEARNING)


O INA vai lançar um curso integralmente a distância, sem sessões presenciais com 30 horas de e-learning (02/05/2012 / 30/05/2012). Tem como destinatários quadros do sector público e privado que desejam implementar Dashboards e melhorar a forma como dão a conhecer a informação de gestão.

Objectivos:

  • Compreender as diferenças entre os diferentes instrumentos de monitorização da performance.
  • Conhecer os aspectos críticos da aplicação de design na comunicação visual numérica.
  • Saber seleccionar os melhores gráficos para a mensagem do Dashboard.
  • Conhecer os factores críticos de sucesso na construção de Dashboards.
Programa:


1 CONCEITOS INTRODUTÓRIOS
• Definição de Dashboard
• Exemplos de Dashboards – Sector privado, público e casos internacionais
• Etapas para a construção de um Dashboard

2 DASHBOARD DESIGN
• Simplicidade, clareza e elegância
• Regras para a gestão de cores e gráficos
• Dar sentido a informação de gestão

3 GRÁFICOS INOVADORES
• Velocímetros, Bullet, Sparklines, Waterfall
• Funil, Heatmap, Treemap, Bumps charts
• Bubble map, Tag cloud map, Etc.

4 OPERACIONALIZAÇÃO DO DASHBOARD
• Selecção da tecnologia para o Dashboard
• Garantir a ligação ao SIADAP
• Factores críticos de sucesso para a implementação/manutenção do Dashboard

Mais informações

Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012

O QUE É UM DASHBOARD? PARA QUE SERVE? COMO SE CARACTERIZA?

O Dashboard é um instrumento de controlo de gestão muitas vezes designado por “tableau de bord”. É uma ferramenta fundamental para se poder acompanhar no dia-a-dia os principais indicadores da empresa.

PARA QUE SERVE UM DASHBOARD?

O Dashboard serve essencialmente para apoiar os gestores na tomada de decisão. Permite conhecer rapidamente a evolução do negócio, alertar para os desvios e ameaças, ajudar a identificar as suas causas, suportar a definição das medidas correctivas, reforçar o planeamento, responsabilizar e reforçar a imagem da empresa e dos seus gestores.

QUAIS AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM DASHBOARD?

  • Apresentar instantaneamente os principais indicadores da empresa.
  • Reunir a informação mais crítica numa única página/ecrã.
  • Comunicar o desempenho preferencialmente através de gráficos.
  • Utilizar um design criativo, simples, directo e elegante.
  • Combinar eficazmente a informação sob diferentes perspectivas.
Autor: Jorge Caldeira
Imagem: Cortesia da http://www.uniquedashboard.com/

Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012

Balanced Scorecard - 10 regras fundamentais para se construir um bom mapa estratégico

1ª Regra: Coloque entre 15 a 25 objectivos no mapa estratégico - Não ser demasiado ambicioso no nº de objectivos que se pretende incluir no mapa é fundamental. O excesso de objectivos faz com que o mapa estratégico perca a sua capacidade de dar a conhecer com clareza a estratégia da organização. No entanto, poucos objectivos podem ser um sinal de um mapa pouco rentabilizado.

2ª Regra: Iniciar o texto de um objectivo sempre por um verbo - Por exemplo: aumentar, alargar, garantir, atingir, reduzir, melhorar, etc. É crítico para mostrar o sentido da ambição do objectivo.

3ª Regra: Garanta que o texto do objectivo não é maior que uma linha e meia - O mapa estratégico funciona quando tem a capacidade de proporcionar uma leitura fluída. Se os destinatários do mapa conseguirem ler rapidamente os objectivos e as suas relações causa-efeito, o entendimento da estratégia será mais eficaz.

4ª Regra: Seja disciplinado no nº de relações causa-efeito - O excesso de relações causa-efeito faz com que o mapa estratégico perca a sua legibilidade e, com isso, as suas propriedades de veículo de comunicação. Coloque apenas as relações causa-efeito mais fortes.

5ª Regra: Construa um mapa elegante - Sendo o mapa estratégico um instrumento de comunicação, importa que os seus objectos visuais sejam simples, objectivos, equilibrados e atractivos. Tenha cuidado com as cores, dimensões e formatos do "fundo do mapa", dos "objectivos", dos "textos dos objectivos", das "relações causa efeito" e, eventualmente, de outras "mensagens" explicativas. Evite sombras, efeitos 3D e cores agressivas.

6ª Regra: Coloque sempre uma questão junto de cada perspectiva - Desta forma, os objectivos serão a respostas às questões. Esta pequena regra faz com que um mapa estratégico seja tão claro que, mesmo que os colaboradores não conheçam a metodologia BSC, compreendam instantaneamente a mensagem que o mapa estratégico pretende transmitir.

7ª Regra: Utilize pequenas frases no mapa estratégico - Junto de determinados objectivos ou abrangendo grupos de objectivos, caso seja necessário, deve-se colocar frases explicativas que possam aumentar a capacidade de esclarecimento do mapa. É necessário ter cuidado para que o excesso destas frases não comprometa a comunicação.

8. Regra: Verifique se os objectivos podem ter associados indicadores - De que adianta estar a dar por concluído um mapa se existem alguns objectivos que não podem ser monitorizados através de indicadores? Não se esqueça que todos os objectivos terão que ser avaliados através de indicadores. Os indicadores irão identificar a performance das nossas promessas (objectivos). Uma avaliação quantificada e objectiva é fundamental para a avaliação da performance.

9ª Regra: Antes de formalizar o mapa estratégico, teste com terceiros se ele funciona - Um mapa está a funcionar quando alguém que nunca participou na sua construção compreende rapidamente e sem apoio a mensagem que ele incorpora. Mostre o mapa a outros colaboradores da empresa e veja a sua reacção.

10ª Regra: Nunca esquecer que o mapa não é para si - O mapa estratégico faz-se para que todos os colaboradores da organização (principalmente aqueles que não participaram no seu desenho) possam compreendê-lo rapidamente.

Autor: Jorge Caldeira